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MASCARENHAS |
TRÊS PENALIDADES, TRÊS
EXPULSÕES E DEZ MINUTOS FINAIS DRAMÁTICOS…
Amorenses
entraram bem e chegaram a vantagem mas a reacção contrária
principalmente no final, foi forte e só com o redobrado
empenho e a experiência se aguentou a preciosa vantagem para
uma vitória merecida, que começou fácil e virou sofrida.
O jogo começou, como se
esperava. O Amora a entrar forte e decidido, ainda para mais
protegido pelo vento a seu favor, a empurrar o adversário para
zonas mais recuadas. Aos 17’, Kanú, sozinho frente a Joel
falhou a passe de Pedro Amora. Para pior dos locais, aos 32m,
Joel, vê o vermelho direto ao bloquear Tiago Almeida dentro da
área. O mesmo Tiago Almeida falhou ao tentar converter a
grande penalidade. Em inferioridade, e com os amorenses a
serem senhores do jogo adivinhava -se o golo. Foi aos 42’,
jogada rápida de contra ataque amorense que apanha Kanú
isolado, quando se preparava para fazer o golo amorense,
Filipe Mariano travou-o dentro da área. Grande penalidade,
desta vez foi Pedro Amora que transformou e inaugurou o
marcador. Durante o segundo tempo, acentuou-se o assédio
amorense, esperava-se mais golos o que não houve e onde o
guardião vascaíno substituto Lee, se mostrou muito seguro.
Atento, e pragmático, o treinador João Direito, acrescentou
Gerson e Pedro Jacinto e o Amora alarga a sua frente de
ataque, agora para um claro 4.3.3. Kanú, Pedro Amora, Miguel
Barros e Hugo Graça falharam escandalosamente oportunidades
para elevaram o marcador para os amorenses e com isso fizeram
que os vascaínos crescessem no jogo. Uma mudança decisiva, que
acabou por permitir um final de jogo dramático. A 10’do final
a equipa de arbitragem empurrou claramente os amorenses para a
sua zona defensiva, marcando tudo, expulsando dois e
inventando uma grande penalidade contra o Amora. Paulo Morbey
adivinhou e defendeu o chute de Pedro Jacinto.
Sobre a
arbitragem que viajou de Pinhal Novo, não sendo uma novidade,
não deixa de ser motivo de realce o facto de os árbitros
estarem «debaixo de fogo» dos clubes da A. F. Setúbal. Se é
verdade que os erros podem ser explicados apenas pelo factor
humano, há dúvidas que, no entanto, se levantam.
Indignação. Tanto para os vascaínos como para os amorenses.
PAULO
CAROLINO 26.09.2009 |
ANDRÉ CASACA
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